Sudeste, Brasil

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    caminho do diamante budismo botucatuCAMINHO DO DIAMANTE
    LINHAGEM KARMA KAGYU
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    LINHAGEM KARMA KAGYU
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    LINHAGEM KARMA KAGYU
    titulo linhagem

    Escola Karma Kagyu

    A Escola Karma Kagyu faz parte das quatro grandes escolas antigas do Budismo Tibetano do Caminho do Diamante (Vajrayana). Como linhagem de transmissão oral direta, é especialmente focada na meditação e permite através da interação com os mestres qualificados, obter a experiência total e direta da natureza da mente. Os métodos Karma Kagyu foram ensinados pelo Buda histórico a seus estudantes mais próximos.

    Os Karmapas

    Gyalwa Karmapa é reconhecido como a primeira reencarnação consciente de um lama tibetano, que deu início a uma sucessão de Karmapas de mil anos até o atual XVII Karamapa Thaye Dorje, hoje com quase 40 anos. Em 1959, durante a invasão chinesa no Tibet o XVI Karmapa precisou abandonar o país para assegurara a transmissão da linhagem. Com a ajuda de vários estudantes o conhecimento sobre a verdadeira natureza da mente alcançou o mundo moderno.

    Mestres da Escola Karma Kagyu

    16º Karmapa

    16 karmapaSua Santidade 16º Karmapa, Rangjung Rigpe Dorje não só liderou a linhagem Karma Kagyu durante a fuga do Tibete após a invasão chinesa, mas foi responsável por espalhar a linhagem pelo mundo inteiro. Ele foi um grande mestre, que demonstrava sabedoria intuitiva, alegria e bondade amorosa. Sua atividade compassiva pelos seres vai além de qualquer palavra ou conceitos, e sua atividade era altamente respeitada através dos Himalaias – incluindo as famílias reais de Sikkim e do Butão além de mestres de outras linhagens.

    Rangjung Rigpe Dorje nasceu em 15 de junho de 1924 em Denkhok, leste de Tibete. Aos sete anos, ele recebeu sua primeira ordenação, um empoderamento em Vajravarahi, e ele se tornou um pequeno monge e recebeu seu hábito e sua coroa. Nesse mesmo ano, ele foi entronizado e realizou sua primeira cerimônia da Coroa Preta. Aos 23 anos, ele recebeu sua ordenação final, juntamente com os mais altos ensinamentos da linhagem Kagyu.

    Em 1954, juntamente com o 14º Dalai Lama e outros mestres, ele foi à China, tentar negociar com o governo chinês a melhoria da relação entre os dois países e evitar a guerra, com sucesso limitado. Mesmo após a invasão chinesa, o 16º Karmapa se recusou a deixar o Tibete até 1959, quando a hostilidade chinesa se tornou intolerável. Ele foi acompanhado por 160 lamas, monges e praticantes leigos e se estabeleceu no monastério Rumtek, em Sikkim, que nessa época estava em ruínas.

    Sua primeira visita ao ocidente ocorreu em 1974, quando ele visitou a Europa, América e Canadá, onde a cerimônia da Coroa Preta foi realizada diversas vezes. Assim, ele foi capaz de estabelecer um contato direto com seus centros ao redor do mundo e de espalhar seus ensinamentos ainda mais. Em 1979, o 16º Karmapa instalou a pedra fundamental do Karmapa International Buddhist Institute (KIBI) em Nova Delhi, num local dado a ele por Indira Gandhi para um centro estudos avançados em Budismo. Pouco tempo depois ele foi diagnosticado com câncer. Mesmo após o diagnóstico e cirurgias, ele trabalhou incansavelmente pelo Dharma até o dia de sua morte, em 5 de novembro de 1981, em Chicago, nos Estados Unidos, onde ele realizava seu tratamento.

    Visite o website Karmapa.org e saiba mais sobre a vida do 16o Karmapa.

    17º Karmapa

    17 karmapaSua Santidade, 17º Karmapa, Trinley Thaye Dorje, nasceu em 6 de maio de 1983 no Tibete, filho de grandes mestres da escola Nyingma. Assim que ele começou a falar, ele já anunciava ser o Karmapa. Em março de 1994, seguindo uma tradição de mais de 900 anos, ele foi entronizado pelo 14º Shamar Rimpoche, o segundo mais alto mestre da linhagem Kagyu. Ainda em 1994, o 17º Karmapa fugiu do Tibete e em 2003, sua educação formal estava completa, e ele recebeu o título de Vidyadhara, ou Detentor do Conhecimento dos Sutras e Tantras.

    Trinley Thaye Dorje significa Atividade Búdica Imutável e Ilimitada. Hoje ele vive em Delhi, na Índia, mas mantém uma atividade extensa, viajando, se encontrando com seus alunos e líderes mundiais. Ele é responsável por mais de 900 mosteiros e centros de meditação ao redor do mundo.

    Visite o website Karmapa.org e saiba mais sobre Sua Santidade o 17o Gyalwa Karmapa.

    Lama Ole Nydahl

    lama oleLama Ole Nydahl nasceu em 19 de março de 1941 em Copenhagen. Estudou Filosofia, Inglês e Alemão na Universidade de Copenhagen, nos EUA, em Tübingen e em Munique. Seu primeiro contato com o Budismo aconteceu em 1968, em Katmandu, no Nepal, onde estava em lua de mel com sua esposa, Hannah. Lá, eles conheceram Lopon Tsechu Rinpoche, que se tornou seu mestre e os apresentou mais tarde ao 16º Karmapa que os aceitou como seus primeiros alunos ocidentais.

    Após receberem muitos ensinamentos diretamente do 16º Karmapa e de outros grandes mestres do Budismo Tibetano, em 1972 eles foram mandados de volta para o Ocidente com a missão de ensinar e fundar centros budistas. Desde então, Lama Ole deu o Refúgio para mais de 500.000 pessoas e fundou 665 centros em todos os continentes. Desde 1973, Ole e Hannah organizaram viagens e palestras de vários mestres Tibetanos pela Europa, incluindo o 16º Karmapa.

    Em 2012, comemorou-se o aniversário de 40 anos do trabalho do Lama Ole e do Budismo Caminho do Diamante no Ocidente. Essa data foi comemorada juntamente com os grandes mestres Kagyu, incluindo o 17º Karmapa. Em 2016, no seu aniversário de 75 anos, Ole deu ensinamentos em Varsóvia, na Polônia, para mais de 4.000 pessoas.

    Hannah Nydahl

    hannahHannah Nydahl nasceu na Dinamarca em 1946. Desde criança ela tinha muitos questionamentos sobre o significado da existência e coisas do gênero. Hannah conheceu o Ole quando fazia faculdade de Francês e Literatura e eles se casaram na década de 1960 e resolveram passar sua lua de mel no Nepal, onde eles conheceram Lopon Tsechu Rimpoche e, mais tarde, o 16º Karmapa. Como nessa época poucos professores falavam inglês, ela se dedicou ao aprendizado do Tibetano e mais tarde ela traduziu muitos textos do Caminho do Diamante do Tibetano para as línguas ocidentais.

    Ela também era responsável pelo Instituto Internacional de Budismo do Karmapa (KIBI – Karmapa Internation Buddhist Institute) em Nova Delhi, India, e ainda ajudou a construir e fundar o Instituto Internacional de Estudos Tibetanos e Asiáticos (ITAS – International Institute for Tibetan and Asian Studies) em Karma Guen, no sul da Espanha. Hannah ainda deu muitos cursos e traduziu ensinamentos de muitos Lamas tibetanos, servindo assim, como uma ponte entre os Centros do Caminho do Diamante do Oeste e os mosteiros tibetanos do Leste.

    Hannah faleceu em 1 de abril de 2007, aos 60 anos, três meses após ser diagnosticada com câncer terminal de pulmão.

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